Popularização da meliponicultura por meio da exportaçãoPopularization of meliponiculture through exportPopularización de la meliponicultura a través de la exportación
Publicado em v. 1, n. 1 (2020)
Published in Vol. 1, No. 1 (2020)
Publicado en v. 1, n. 1 (2020)
AutoresAuthorsAutores
- Lucas Grassi Ramoska UNESP/Tupã
ResumoAbstractResumen
Com o intuito de popularizar a meliponicultura (criação de abelhas sem ferrão) brasileira, devido sua enorme importância ecológica, suas inúmeras vantagens comerciais e completa escassez de dados. Os dados coletados tem como proposta se inserir no ambiente dos meliponicultores para incentiva-los a exportação de mel, como um meio de populariza-la internacionalmente e consequentemente aumentando seu reconhecimento nacional. Os dados coletados são de mel de abelha com ferrão devido a completa falta de dados sobre meliponicultura, no entanto, entende-se que o mel de meliponini pode substituir o mel ""comum"" e fortalecer o cenário por ser um produto diferenciado e exótico.
In order to popularize Brazilian meliponiculture (rearing of stingless bees), due to its enormous ecological importance, its numerous commercial advantages and complete scarcity of data. The data collected has the purpose of inserting itself in the environment of meliponicultors to encourage them to honey export, as a means of popularizing it internationally and consequently increasing its national recognition. The data collected is stinging honey due to the complete lack of data on meliponiculture, however, it is understood that meliponini honey can replace "common" honey and strengthen the scenario as it is a differentiated and exotic product.
Con el fin de popularizar la meliponicultura brasileña (crianza de abejas sin aguijón), por su enorme importancia ecológica, sus numerosas ventajas comerciales y su total escasez de datos. Los datos recolectados están destinados a ser insertados en el entorno de los meliponicultores para incentivarlos a la exportación de miel, como una forma de popularizarla a nivel internacional y consecuentemente incrementar su reconocimiento nacional. Los datos recolectados son miel picante debido a la falta total de datos sobre meliponicultura, sin embargo, se entiende que la miel de meliponini puede reemplazar la miel "común" y fortalecer el escenario ya que es un producto diferenciado y exótico.
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1 Introdução
Com o intuito de popularizar a meliponicultura (criação de abelhas sem ferrão) brasileira, devido sua enorme importância ecológica, suas inúmeras vantagens comerciais e completa escassez de dados. Os dados coletados tem como proposta se inserir no ambiente dos meliponicultores para incentiva-los a exportação de mel, como um meio de populariza-la internacionalmente e consequentemente aumentando seu reconhecimento nacional. Os dados coletados são de mel de abelha com ferrão devido a completa falta de dados sobre meliponicultura, no entanto, entende-se que o mel de meliponini pode substituir o mel "comum" e fortalecer o cenário por ser um produto diferenciado e exótico. Apesar do Brasil possuir 300 das (por enquanto) 500 espécies catalogadas de meliponini (nome científico do grupo das abelhas sem ferrão); possuírem uma criação mais fácil (já que não ferroam); serem ecologicamente mais sustentáveis; serem essenciais para a polinização da maioria das frutas; das espécies focadas na produção de mel produzirem proporcionalmente mais mel que a abelhas africanizada (abelha com ferrão); dentre outras vantagens, basicamente não há nenhum dado sobre a atividade de meliponicultura. Portanto os fatos sobre o grupo meliponini levam a crer um enorme potencial de mercado para produtos relacionados a meliponicultura, seja para o mel ou para a outras áreas relacionadas (como venda de colmeias para a polinização ou pólen) (MENEZES, 2020).
1.1 Questão chave
Quais foram os 6 maiores importadores (tanto em quilos, quanto em dólares) do mel brasileiro? (no período de 2017 a 2019) Visto que a proposta da coleta de dados é o incentivo a exportação do mel de origem meliponini, como produto substituto ao mel da abelha africanizada, entende-se como essencial compreender como está o cenário de exportação do mel brasileiro nos últimos anos. Abordou-se tanto a questão financeira (quem paga mais), quanto a questão de quantidade (quem compra mais), uma vez que assim o meliponicultor compreende aonde o mel é mais popular (quantidade) e onde se paga mais (financeiro). A escolha dos numero 6 para a quantidade de importadores não foi aleatória, pois os 6 maiores importadores de mel, oscilarem suas posições em relação a compra em valor monetário e em quantidade de quilos nesse período abordado de 3 anos. Por exemplo, apesar do Paraguai comprar mais mel que os Estados Unidos (EUA), os EUA pagam mais devido ao valor do dólar ser superior ao guarani.
1.2 Metodologia
Como fonte de dados, usou-se o site Comex Stat por sua vasta quantidade de dados sobre importação e exportação. Para o tratamento dos dados, foi feita uma soma da quantidade e valor de vendas de cada ano, para em seguida descobrir a porcentagem de participação de cada pais no top 6 importadores em relação ao total de vendas. Como elementos de visualização, foram elaborados dois gráficos de barras (um para valor e outro para quantidade), com os 6 maiores importadores e seu desempenho nos últimos 3 anos. No topo de cada barra há um valor em porcentagem que representa a participação do país em relação à importação total mundial daquele ano.
2 Desenvolvimento
2.1 Coleta
Primeiramente fora acessado o site Comex Stat, pelo fato do site possuir todos os dados relacionados a exportação, organizado de maneira simples. Uma vez dentro do site, clicou-se no link de "Exportações e Importações Geral". Dentro da pagina, determinou-se o período de 2017 a 2019; mês de Janeiro a Dezembro; colocou-se os filtros "NCM - Nomenclatura Mercosul" e "País"; no tópico NCM, digitou-se "mel" e foi selecionado a opção "mel natural". Foi selecionado a opção "Valor FOB (US$)" e "Quilograma Liquido". Por fim, foi feito o download.
2.2 Análise
Potenciais Interpretações são: Os EUA, além de serem os maiores importadores de mel em valor, também são o segundo colocado em quantidade; O Paraguai é um excelente possível foco para se exportar, visto que é o maior importador de mel em quantidade e o segundo maior em valor; Apesar de uma queda nas exportações de mel, o consumo nos EUA só aumenta.
Potenciais Usos são: O produtor de mel (seja o "comum" ou meliponini) utiliza-lo como primeira informação para entrar no mercado internacional, utilizando os gráficos para determinar o país alvo para seu produto, além de compreender o cenário internacional atual do mel; Produtores que já exportam utilizarem os gráficos para possíveis expansões de seus mercados (por exemplo um produtor que exporta para o Reino Unido percebe que os EUA são os maiores consumidores e decide expandir seus negócios para lá); Ógãos governamentais (por exemplo o Sebrae) utilizarem esses dados para futuros relatórios sobre o desempenho internacional do mel brasileiro. Vale ressaltar que o intuito destes dados é propor a exportação para produtores, mas que é necessário um estudo mais aprofundado, da cultura, normas e leis de exportação, dentre outros do país desejado, após decidido seguir com a exportação.
3 Desdobramentos
Desdobramentos possíveis destes dados são um estudo mais aprofundado no consumo de mel nos EUA e no Paraguai, procurando compreender quais são os estados que mais consomem, o interesse deles em produtos orgânicos e quais são os usos para o mel (culinária, medicinal) Outro desdobramento é estudar o motivo da queda brusca e brutal no consumo alemão de mel. Por fim, como desdobramento final, uma descrição sobre as taxas e normas de exportação dos principais países mencionados. Como ampliação, estudar e transformar dados de mercado de outros produtos derivados das abelhas relevantes para os produtores, como pólen, colmeias domésticas e compra de colmeias para polinização (essa ampliação pode ser tanto internacional quanto nacional).
1. Introduction
In order to popularize Brazilian meliponiculture (rearing of stingless bees), due to its enormous ecological importance, its numerous commercial advantages, and complete scarcity of data. The data collected is intended to be inserted into the environment of honey farmers to encourage them to export honey, as a means of popularizing it internationally and consequently increasing their national recognition. The data collected are sting honey due to the complete lack of data on meliponiculture, however, it is understood that meliponini honey can replace "common" honey and strengthen the scenario for being a differentiated and exotic product. Although Brazil has 300 of (for the time being) 500 cataloged species of meliponini (scientific name of the group of stingless bees); have easier breeding (since they do not sting); be ecologically more sustainable; essential for the pollination of most fruits; the species focused on honey production produce proportionally more honey than Africanized bees (stinging bees); among other advantages, there is basically no data on the activity of meliponiculture. Therefore, the facts about the meliponini group lead to an enormous market potential for products related to meliponiculture, whether for honey or for other related areas (such as the sale of beehives for pollination or pollen) (MENEZES, 2020).
1.1 Key issue
What were the 6 largest importers (both in pounds and in dollars) of Brazilian honey? (in the period from 2017 to 2019) Since the purpose of data collection is to encourage the export of honey of meliponini origin, as a substitute product for the honey of the Africanized bee, it is understood as essential to understanding how the honey export scenario is Brazilian in recent years. Both the financial question (who pays more) and the question of quantity (who buys more) were approached, since this way the honey farmer understands where honey is most popular (quantity) and where one pays more (financial). The choice of number 6 for the number of importers was not random, since the 6 largest importers of honey, oscillate their positions in relation to the purchase in monetary value and in the number of kilos in this approached period of 3 years. For example, although Paraguay buys more honey than the United States (USA), the USA pays more due to the dollar's value being higher than the guarani.
1.2 Methodology
As a data source, the Comex Stat website was used for its vast amount of data on import and export. For the treatment of the data, a sum of the quantity and value of sales for each year was made, to then find out the percentage of participation of each country in the top 6 importers in relation to the total sales. As visualization elements, two bar graphs were created (one for value and one for quantity), with the 6 largest importers and their performance in the last 3 years. At the top of each bar there is a percentage value that represents the country's share of total world imports for that year.
2 Development
2.1 Collection
First, the Comex Stat website had been accessed, due to the fact that the website has all the data related to exports, organized in a simple way. Once inside the site, the "Exports and Imports General" link was clicked. Within the page, the period from 2017 to 2019 was determined; January to December; the filters "NCM - Nomenclatura Mercosul" and "País" were placed; in the NCM topic, "honey" was typed and the option "natural honey" was selected. The option "FOB Amount (US $)" and "Net Kilogram" was selected. Finally, it was downloaded.
2.2 Analysis
Potential interpretations are: The USA, in addition to being the largest importers of honey in value, are also second in terms of quantity; Paraguay is an excellent possible focus for export since it is the largest importer of honey in quantity and the second largest in value; Despite a drop in honey exports, consumption in the US only increases.
Potential Uses are: The honey producer (be it "common" or meliponini) uses it as the first information to enter the international market, using the graphics to determine the target country for their product, in addition to understanding the current international scenario of honey; Producers who already export use the graphics for possible expansion of their markets (for example, a producer who exports to the United Kingdom realizes that the USA is the biggest consumer and decides to expand his business there); Government agencies (eg Sebrae) use this data for future reports on the international performance of Brazilian honey. It is worth mentioning that the purpose of these data is to propose exports to producers, but that a more in-depth study of the culture, rules, and export laws, among others of the desired country, is necessary, after deciding to proceed with the export.
3 Splits
Possible developments of these data are a more in-depth study of honey consumption in the USA and Paraguay, seeking to understand which states consume the most, their interest in organic products, and what are the uses for honey (culinary, medicinal) Another development is to study the reason for the sudden and brutal drop in German honey consumption. Finally, as a final breakdown, a description of the export rates and standards of the main countries mentioned. As an extension, study and transform market data of other products derived from bees relevant to producers, such as pollen, domestic hives, and purchase of hives for pollination (this expansion can be both international and national).
1. Introducción
Para popularizar la meliponicultura brasileña (cría de abejas sin aguijón), debido a su enorme importancia ecológica, sus numerosas ventajas comerciales y la completa escasez de datos. Los datos recolectados están destinados a ser insertados en el entorno de los productores de miel para incentivarlos a exportar miel, como una forma de popularizarla internacionalmente y, en consecuencia, aumentar su reconocimiento nacional. Los datos recolectados son miel de picadura debido a la falta total de datos sobre meliponicultura, sin embargo, se entiende que la miel de meliponini puede reemplazar a la miel "común" y fortalecer el escenario por ser un producto diferenciado y exótico.
Aunque Brasil tiene 300 de las (por ahora) 500 especies catalogadas de meliponini (nombre científico del grupo de abejas sin aguijón); tener una cría más fácil (ya que no pican); ser ecológicamente más sostenible; esencial para la polinización de la mayoría de las frutas; las especies dedicadas a la producción de miel producen proporcionalmente más miel que las abejas africanizadas (abejas que pican); entre otras ventajas, básicamente no existen datos sobre la actividad de la meliponicultura. Por tanto, los hechos sobre el grupo meliponini conducen a un enorme potencial de mercado para productos relacionados con la meliponicultura, ya sea para la miel o para otras áreas afines (como la venta de colmenas para polinización o polen) (MENEZES, 2020).
1.1 Problema clave
¿Cuáles fueron los 6 mayores importadores (tanto en libras como en dólares) de miel brasileña? (en el período de 2017 a 2019) Dado que el propósito de la recolección de datos es incentivar la exportación de miel de origen meliponini, como producto sustituto de la miel de abeja africanizada, se entiende como fundamental entender cómo el escenario exportador de miel es brasileño en años recientes. Se abordó tanto la cuestión económica (quién paga más) como la cuestión de la cantidad (quién compra más), ya que así el productor de miel entiende dónde es más popular la miel (cantidad) y dónde se paga más (económica). La elección del número 6 para el número de importadores no fue aleatoria, ya que los 6 mayores importadores de miel, oscilan sus posiciones en relación a la compra en valor monetario y en la cantidad de kilos en este período aproximado de 3 años. Por ejemplo, aunque Paraguay compra más miel que Estados Unidos (EE. UU.), EE. UU. Paga más debido a que el valor del dólar es más alto que el del guaraní.
1.2 Metodología
Como fuente de datos, se utilizó el sitio web Comex Stat por su gran cantidad de datos sobre importación y exportación. Para el tratamiento de los datos se realizó una suma de la cantidad y valor de las ventas de cada año, para luego conocer el porcentaje de participación de cada país en los 6 principales importadores en relación a las ventas totales. Como elementos de visualización se crearon dos gráficos de barras (uno de valor y otro de cantidad), con los 6 mayores importadores y su desempeño en los últimos 3 años. En la parte superior de cada barra hay un valor porcentual que representa la participación del país en relación con la importación mundial total de ese año.
2 Desarrollo
2.1 Colección
En primer lugar, se había accedido al sitio web Comex Stat, debido a que el sitio web tiene todos los datos relacionados con las exportaciones, organizados de forma sencilla. Una vez dentro del sitio, se hizo clic en el enlace "Exportaciones e importaciones generales". Dentro de la página se determinó el período de 2017 a 2019; Enero a diciembre; se colocaron los filtros "NCM - Nomenclatura Mercosul" y "País"; en el tema NCM, se escribió "miel" y se seleccionó la opción "miel natural". Se seleccionó la opción "Monto FOB (US $)" y "Kilogramo neto". Finalmente, se descargó.
2.2 Análisis
Las posibles interpretaciones son: Estados Unidos, además de ser el mayor importador de miel en valor, también es el segundo en términos de cantidad; Paraguay es un excelente foco de exportación posible, ya que es el mayor importador de miel en cantidad y el segundo en valor; A pesar de una caída en las exportaciones de miel, el consumo en los EE. UU. Solo aumenta los usos potenciales son: El productor de miel (ya sea "común" o meliponini) la utiliza como la primera información para ingresar al mercado internacional, utilizando los gráficos para determinar el país de destino de su producto, además de comprender el escenario internacional actual de la miel. ; Los productores que ya exportan utilizan los gráficos para una posible expansión de sus mercados (por ejemplo, un productor que exporta al Reino Unido se da cuenta de que Estados Unidos es el mayor consumidor y decide expandir su negocio allí); Las agencias gubernamentales (por ejemplo, Sebrae) utilizan estos datos para informes futuros sobre el desempeño internacional de la miel brasileña. Cabe mencionar que el propósito de estos datos es proponer exportaciones a los productores, pero que es necesario un estudio más profundo de la cultura, normas y leyes de exportación, entre otras del país deseado, luego de decidir proceder con el exportar.
3 Divisiones
Los posibles desarrollos de estos datos son un estudio más profundo del consumo de miel en USA y Paraguay, buscando entender qué estados consumen más, su interés en los productos orgánicos y cuáles son los usos de la miel (culinarios, medicinales) Otro avance es para estudiar el motivo de la repentina y brutal caída del consumo de miel en Alemania. Finalmente, como desglose final, una descripción de las tasas y estándares de exportación de los principales países mencionados. Como extensión, estudiar y transformar datos de mercado de otros productos derivados de abejas relevantes para los productores, como polen, colmenas domésticas y compra de colmenas de polinización (esta expansión puede ser tanto internacional como nacional).
FigurasFiguresFiguras
ReferênciasReferencesReferencias
BRASIL. Exportação e Importação Geral. Comex Stat. 2020. Disponível em: http://comexstat.mdic.gov.br/pt/geral/15468. Acesso em: 25 jul. 2020.
MENEZES C. "Curso de meliponicultura - parte 1". YouTube. 2018. Disponível em: https://youtu.be/MwEyKyBPuiQ. Acesso em: 25 jul. 2020.