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Revista Eletrônica sobre Acesso a Dados · eISSN 2763-7875

Produção e consumo do milho na região Sudeste do Brasil

Publicado em v. 1, n. 1 (2020)

Autores

  • Juliana Fontoura de Lima UNESP/Tupã

Resumo

A hipótese deste trabalho é analisar e averiguar a relação e conexão sobre a produção e consumo do milho,verificando as variáveis que podem influenciar nessa correlação.

Texto completo

1 Introdução

O milho é uma das culturais mais significativas e relevantes mundialmente,pela ótica econômica e social. De forma essencial,está incluída na ordenação da cadeia produtiva do agronegócio brasileiro. Na atualidade,o milho é criado em diversas microrregiões do país,o qual se define como o terceiro produtor mundial do grão,atrás apenas dos Estados Unidos,e China. (CONAB, 2018). Sabe-se que (Zea mays L.) nome científico do mia cultura,é originário da América Central,é cultivado em ampla parte do mundo, e tem uma indispensável importância econômica,sendo evidenciada pelas inúmeras maneiras de emprego,desde alimentação animal até grãos para a indústria de alta tecnologia.
Os maiores produtores estão circunscritos no Centro-Sul do Brasil,devido as condições climáticas favoráveis para a produção e plantio. No Brasil, o milho possui importante papel na economia e desenvolvimento social e cultural de várias regiões do país, se caracterizando como uma das principais alternativas para o agricultor devido à sua capacidade de geração de emprego e renda (FIDELIS et al., 2007; SOUZA et al., 2012; SILVA et al., 2014b). Ademais, o milho para consumo verde é visto e classificado como um alimento de alto índice nutritivo e de baixo custo (AGUIAR et al., 2012). A hipótese deste trabalho é analisar e averiguar a relação e conexão sobre a produção e consumo do milho,verificando as variáveis que podem influenciar nessa correlação.

1.1 Questão chave

Qual a relação entre produção e consumo de milho no Sudeste Brasileiro?

1.2 Metodologia

Organiza-se a metodologia deste trabalho nas seguintes fases: coleta, tratamento, armazenamento, recuperação e visualização. Na fase de coleta há houve o estabelecimento do escopo de uma necessidade informacional a ser acompanhada,a partir do ingresso de dados, havendo uma triagem de estratégias de avaliação e localização informacional, atribuindo-se a recursos, mecanismos e fontes para a aquisição dos dados. Desse modo, identificou-se a questão da produção de um vegetal indispensável na cadeia alimentar de muitos seres vivos - o milho. Com o tema e escopo definidos, realizou-se a coleta de dados sobre o assunto, cruzando dados para obtenção de futuros resultados implementados nos gráficos e tabelas confeccionadas. Para isso, utilizou-se artigos científicos, pesquisas, teses, revistas, sites e também dados governamentais para o levantamento dos dados necessários. Após os dados coletados, verificou-se quais insumos coletados eram necessários para a resposta do objetivo proposto, havendo uma filtragem dos dados, concluindo os mais pertinentes para questão abordada, que foram armazenadas em planilhas eletrônicas. Com o propósito da fase de armazenamento, as planilhas foram separadas com objetivos claros e diretos com dados das safras dos anos de : 2018/2019 e 2019/2020, contendo os atributos: estimativa da produtividade brasileira em grãos; estimativa da produção de grãos; comparativo de área,produtividade; e produção dos 4 estados formados pela região Sudeste. Por fim, houve o cruzamento dos dados sob a relação de produção e consumo. Pela etapa de recuperação de dados, foi reformulado os gráficos, utilizando modelos de colunas 2D para responder as várias séries de dados enfatizando um mesmo assunto com variáveis diferentes. Para apresentar a relação de consumo e produção utilizou-se gráficos de pizza pois apresenta e detalha com valores,a relação dos mesmos.

2 Desenvolvimento

2.1 Coleta

Com a problemática da pesquisa, foi realizada a etapa de coleta de dados juntamente com a filtragem e armazenamento dos dados, onde buscou-se em plataformas que contivessem insumos sobre o proposto assunto. Assim, foram designados dados divididos em planilhas para uma maior compreensão e um fácil entendimento, sendo alocados por temáticas. Por conseguinte, foram obtidos dados das seguintes instituições: MAPA (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento); Conab (Companhia Nacional de Abastecimento); ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal); EMBRAPA (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), entre outras fontes primárias de dados coerentes e seguros, assim os dados foram tratados para possíveis e futuras análises (como colocadas nos gráfico,utilizando também sites como fonte de dados para possíveis buscas de dados e insumos. Pertinente á coleta dos dados,delineou-se algumas etapas para a elaboração do proposto trabalho final,sendo elas: elaboração do tema,a determinação das ferramentas utilizadas para obte-los,o rascunho da necessidade informacional sob tal,o reconhecimento dos dados pertinentes e a técnicas para analisar os dados obtidos.

2.2 Análise

Correspondendo a necessidade informacional identificada no proposto trabalho, foi realizada a confecção de alguns gráficos para uma maior visualização dos dados de forma astuciosa. Com isso são anexadas alguns gráficos como: Estimativa de produção e produtividade de grãos diante as 3 safras,no período 2018/2019 e 2019/2020 assim como base em todos os outros gráficos apresentados a seguir. Definiu-se um critério para cada análise,dos Estados da região Sudeste do Brasil,em cada um dos estados estão inseridas as seguintes informações : área plantada (em mil ha), produtividade (em kg) e por fim a produção (em mil ton.) por base,adotou-se esse critério por ser de fácil visibilidade e compreensão. Vale ressaltar também,que foi utilizada a escala logarítmica base 10 na confecção dos gráficos de cada estado para uma melhor visualização das informações inseridas. Por fim,há a apresentação de dois gráficos com os cruzamentos dos dados obtidos durante o estudo sobre o tema,como: relação entre produção e consumo na região Sudeste,nos anos de 2018 á 2020. Em suma,pode-se observar e concluir durante o trabalho algumas informações necessárias como: O milho é uma cultura indispensável mundialmente,tornando-se uma das principais fontes alimentícias da cadeia,sendo um grão com grande valor nutricional,com alta capacidade produtiva,e também forte resistência orgânica. Avaliando em um ponto de vista social,o milho é considerado uma cultura empregada em pequenas propriedade rurais. Com o emprego da tecnologia e orientação técnica no cultivo,segura que o planejamento ,semeadura e condução da lavoura,sejam relacionadas com o aumento do custo da produção. Essa mesma produção,agrega valor,pois permite a utilização da mão-de-obra familiar,acarretando em uma movimentação do comércio e indústria caseira,sendo caracterizada em uma atividade de pequenos e médios agricultores. Assim, as questões climáticas permitem o plantio,onde a produtividade acaba sendo mais alta,normalmente em meados de outubro. Após isso,há uma diminuição no ciclo da cultura,acarretando em uma queda no rendimento por área. A produção de milho,tem sido desenvolvida,,porém é nítido que o consumo tem aumentado mais que a produção. Quanta trata-se de produtividade do milho no Brasil,seja ele em grão ou para consumo verde,a produtividade é considerada baixa (MEIRA et al., 2009),um fator determinante para essa resposta,é a questão o manejo incorreto da adubação nitrogenada e uma falha escolha em cultivares quanto á capacidade de absorção e a utilização o nitrogênio de uma maneira mais eficiente. Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB),a safra de milho 2018/2019 indicam uma melhoria na recuperação na produção Brasileira,permanecendo próxima aos 100 milhões de toneladas de grão,um aumento de 22% referente ao período dianteiro.

3 Desdobramentos

Como desdobramentos deste trabalho, propõe-se analisar outras questões relacionadas a produção e consumo desta cultura (milho) em outras regiões do Brasil, como as dificuldades e métodos para solucionar problemas na lavoura da cultura do milho; os custos da lavoura; e os maiores exportadores e importadores do grão.

Figuras

  • Análise

Referências

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BARROS, G. S. A. C.; ALVES, L. R. A. USP-ESALQ. Visão agrícola. Nº13, Piracicaba – SP, Jul/Dez 2015.
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