A tangerina e sua produção pelo BrasilTangerine and its production in BrazilMandarina y su producción en Brasil
Publicado em v. 4, n. 1 (2023)
Published in Vol. 4, No. 1 (2023)
Publicado en v. 4, n. 1 (2023)
AutoresAuthorsAutores
- Beatriz Alves Ribeiro UNESP
- Rafael Além de Lima UNESP/Tupã
- Isabela Oliveira UNESP
- Vinícius Canato UNESP
ResumoAbstractResumen
O estudo deste trabalho se dá para analisar e interpretar os dados da série histórica da produção de tangerina no Brasil em suas diferentes regiões entre 2016 até 2020. No caso a área abordada foi o agronegócio, com isso foi analisada a dispersão dos dados referentes à produção e calculado a reta de regressão, que mostrou uma dispersão considerável dos dados do valor da produção, o que pode ter acontecido por diversos fatores, como variância climática, física e econômica.
The purpose of this study is to analyze and interpret data from the historical series of tangerine production in Brazil in its different regions between 2016 and 2020. In this case, the area addressed was agribusiness, with which the dispersion of data referring to production was analyzed and calculated the regression line, which showed considerable dispersion of the production value data, which may have happened due to several factors, such as climatic, physical and economic variance.
Este estudio tiene como objetivo analizar e interpretar datos de la serie histórica de la producción de mandarina en Brasil en sus diferentes regiones entre 2016 y 2020. En este caso, el área abordada fue la agroindustria, con lo cual se analizó la dispersión de los datos referentes a la producción. y calculó la línea de regresión, que mostró una dispersión considerable de los datos del valor de la producción, lo que puede haber ocurrido debido a varios factores, como la variación climática, física y económica.
Palavras-chave
Keywords
Palabras clave
Texto completoFull textTexto completo
1 Introdução
A produção e o consumo mundial de frutas cítricas, dentre as quais as tangerinas, apresentaram fortes aumentos na década de 1990, quando a produção de tangerinas expandiu-se rapidamente (72% entre 1999 e 2000 e média dos anos 80s) permitindo níveis mais elevados de comércio e de consumo per capita. A tangerineira (Citrus reticulata Blanco) tem sua origem no nordeste da Ásia e no sudoeste da China. É considerada exótica e tem seu cultivo datado de 1.000 anos antes de Cristo. A principal forma de utilização da fruta é in natura, fresca ou em suco (Lorenzi et al., 2006). O processamento industrial, apesar de pequeno, extrai produtos como óleos essenciais, sucos, pectinas e rações (Sebrae, 2018). As tangerinas constituem o segundo grupo de frutas cítricas mais importantes na citricultura mundial. Ocupam, possivelmente, maior faixa de adaptação climática, uma vez que são plantas tolerantes a níveis altos e baixos de temperatura ambiental. Entre as variedades mais cultivadas destacam-se a Satsuma, Mexerica, Ponkan, Dancy e Cravo, além dos híbridos Murcot e Lee” (FIGUEIREDO, 1991). De acordo com FAO (2002) o Brasil é o quarto produtor mundial de tangerina, com sua área plantada superior a 50 mil hectares e sua produção por volta de 800 mil toneladas por ano. Os principais Estados produtores são pela ordem: São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia e Minas Gerais, que devem perfazer na soma 90% da área total plantada. Por uma série de fatores, a escassez de estatísticas atualizadas de área (ou número de pés) e de produção, em termos de Brasil, tornam praticamente inviáveis análises mais aprofundadas da evolução da cultura, excetuando-se São Paulo. Todavia, a ideia que se tem é que, nos últimos dez anos, o número de pés plantados vem sendo expandido e a área mantida estável (OLIVETTE; CASER; CAMARGO, 2002) nesses cinco Estados, enquanto a produção vem aumentando.
A safra de tangerinas no Brasil se estende, normalmente, de março a setembro, com concentração nos meses de maio a agosto. Frequentemente, os produtores enfrentam forte queda nos preços no pico da safra. Pesquisas em manejo e com novas variedades tentam aumentar o período de colheita da fruta, com vistas à antecipação para os primeiros meses do ano. Não há informações precisas sobre o volume de industrialização da tangerina no Brasil, mas é sabidamente pequeno. Menos de 1% da safra nacional é exportada.
Diante disso, a área do assunto abordado é a agricultura, mais especificamente a série histórica do valor da produção de tangerina no Brasil, durante 2016 até 2020 e também de acordo com cada região do país, tendo como objetivo geral analisar a variação da produção de tangerinas e a dispersão dos dados.
1.1 Questão-chave
Quais os principais motivos da variação da produção de tangerinas nas regiões brasileiras entre 2016 até 2020?
1.2 Metodologia
A partir de fontes de dados secundários, este trabalho pretende apresentar os principais motivos da produção de tangerina entre 2016 até 2020. Para este trabalho foi realizada uma pesquisa utilizando o site do IBGE, o qual coletamos dados sobre o valor produção da tangerina em todos os estados brasileiros, no período de 2016 até 2020, e também o Google acadêmico o qual utilizamos artigos que complementam a pesquisa. Após o levantamento da questão chave e os dados estruturados, foi possível elaborar dois gráficos sobre produção de tangerina em cada região brasileira de 2016 até 2020. O primeiro gráfico é sobre o volume de produção de 1980 até 2005, e o segundo sobre o preço médio de tangerina de 1980 até 2005. Após a elaboração dos gráficos será possível calcular a reta do coeficiente de correlação e deste modo analisar os principais motivos da variação produção de tangerina nas regiões brasileiras. A partir de fontes de dados secundários, este trabalho pretende apresentar os principais motivos da produção de tangerina entre 2016 até 2020.Para este trabalho foi realizada uma pesquisa utilizando o site do IBGE, o qual coletamos dados sobre o valor produção da tangerina em todos os estados brasileiros, no período de 2016 até 2020, e também o Google acadêmico o qual utilizamos artigos que complementam a pesquisa. Após o levantamento da questão chave e os dados estruturados, foi possível elaborar dois gráficos sobre produção de tangerina em cada região brasileira de 2016 até 2020. O primeiro gráfico é sobre o volume de produção de 1980 até 2005, e o segundo sobre o preço médio de tangerina de 1980 até 2005. Após a elaboração dos gráficos será possível calcular a reta do coeficiente de correlação e deste modo analisar os principais motivos da variação produção de tangerina nas regiões brasileiras.
2 Desenvolvimento
2.1 Coleta
Utilizamos o site do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para realizar a coleta de dados em relação a produção de tangerina em todo o território nacional. Esta coleta foi feita por meio de pesquisa com produtores agropecuários de cada região do país de 2016 até 2020,e em seguida foi realizada uma soma para obter esses valores referente aos dados coletados.
2.2 Análise
Por meio das interpretações desses dados, o produtor agropecuário pode analisar em quais estados em todo território brasileiro se concentra a melhor área frutífera das tangerinas, e assim, averiguar as características que beneficiam cada estado em questão, como clima, tempo, fatores físicos e econômicos entre outros. Ademais, junto aos gráficos, estes produtores podem verificar quais anos obtiveram melhores resultados em relação a produção do fruto em questão e fazer um cotejo dos melhores anos de produção com os piores e os melhores locais (estados) com os piores. Atualmente o maior e com melhores e com melhores perspectivas para manter uma boa produção nessa área é o estado de São Paulo ( IEA- Instituto de Economia Agrícola ).
3 Desdobramentos
Para a melhora em coletas, o investimento em estações meteorológicas seria útil para a decisão dos produtores nas melhores tendências climáticas, prática de manejos para diminuir as quedas dos frutos, uso de reguladores de crescimento, drenagem ou irrigação especializada dos pomares e manter o equilíbrio hormonal de etileno nos frutos, auxiliando no amadurecimento. Utilizar como referenciais, dados comparativos de outros países com o brasil em relação a taxa produtiva da tangerina e observar os fatores em que se melhora ou não a produção da mesma, utilizando a favor da produção e melhoramento do manejo do pomar.
1 Introduction
The world production and consumption of citrus fruits, among which tangerines, showed strong increases in the 1990s, when the production of tangerines expanded rapidly (72% between 1999 and 2000 and average of the 80s) allowing higher levels of trade and per capita consumption. The mandarin tree (Citrus reticulata Blanco) originates in Northeast Asia and Southwest China. It is considered exotic and its cultivation dates back to 1,000 years before Christ. The main way of using the fruit is in natura, fresh or in juice (Lorenzi et al., 2006). Industrial processing, although small, extracts products such as essential oils, juices, pectins and feed (Sebrae, 2018). Tangerines are the second most important group of citrus fruits in the world citrus industry. Possibly occupy a greater range of climate adaptation, since they are plants tolerant to high and low levels of environmental temperature. Among the most cultivated varieties, Satsuma, Mexerica, Ponkan, Dancy and Cravo stand out, in addition to the Murcot and Lee hybrids” (FIGUEIREDO, 1991). According to FAO (2002) Brazil is the fourth world producer of tangerines, with a planted area of over 50,000 hectares and a production of around 800,000 tons per year. The main producing states are, in order: São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Bahia and Minas Gerais, which should make up 90% of the total planted area. Due to a series of factors, the scarcity of updated statistics on area (or number of feet) and production, in terms of Brazil, makes deeper analyzes of the evolution of the crop practically unfeasible, with the exception of São Paulo. However, the idea is that, in the last ten years, the number of plants planted has been expanded and the area kept stable (OLIVETTE; CASER; CAMARGO, 2002) in these five states, while production has been increasing. The tangerine harvest in Brazil normally extends from March to September, with concentration in the months of May to August. Often, producers face a sharp drop in prices at the peak of the season. Research in management and with new varieties tries to increase the fruit harvest period, with a view to bringing it forward to the first months of the year. There is no precise information about the volume of tangerine industrialization in Brazil, but it is known to be small. Less than 1% of the national crop is exported. In view of this, the area of the subject addressed is agriculture, more specifically the historical series of the value of tangerine production in Brazil, from 2016 to 2020 and also according to each region of the country, with the general objective of analyzing the variation in the production of tangerines and data dispersion.
1.1 Key issue
What are the main reasons for the variation in tangerine production in the Brazilian regions between 2016 and 2020?
1.2 Methodology
Based on secondary data sources, this work intends to present the main reasons for tangerine production between 2016 and 2020. Brazilian states, in the period from 2016 to 2020, and also Google academic which we use articles that complement the research. After surveying the key question and structured data, it was possible to draw up two graphs on tangerine production in each Brazilian region from 2016 to 2020. The first graph is on production volume from 1980 to 2005, and the second on the average price of tangerine from 1980 to 2005. After drawing up the graphs, it will be possible to calculate the straight line of the correlation coefficient and thus analyze the main reasons for the variation in tangerine production in the Brazilian regions. Based on secondary data sources, this work intends to present the main reasons for tangerine production between 2016 and 2020. Brazilian states, in the period from 2016 to 2020, and also Google academic which we use articles that complement the research. After surveying the key question and structured data, it was possible to draw up two graphs on tangerine production in each Brazilian region from 2016 to 2020. The first graph is on production volume from 1980 to 2005, and the second on the average price of tangerine from 1980 to 2005. After drawing up the graphs, it will be possible to calculate the straight line of the correlation coefficient and thus analyze the main reasons for the variation in tangerine production in the Brazilian regions.
2 Development
2.1 Collection
We used the website of the Brazilian Institute of Geography and Statistics (IBGE) to collect data on tangerine production throughout the national territory. This collection was carried out through research with agricultural producers in each region of the country from 2016 to 2020, and then a sum was made to obtain these values referring to the collected data.
2.2 Analysis
Through the interpretation of these data, the agricultural producer can analyze in which states throughout the Brazilian territory the best fruitful area of tangerines is concentrated, and thus, ascertain the characteristics that benefit each state in question, such as climate, time, physical and economic factors. between others. In addition, together with the graphs, these producers can check which years had the best results in relation to the production of the fruit in question and make a comparison of the best years of production with the worst and the best places (states) with the worst. Currently, the largest and with the best prospects for maintaining good production in this area is the state of São Paulo (IEA-Instituto de Economia Agrícola).
3 Developments
To improve collections, investment in meteorological stations would be useful for producers to decide on the best climate trends, practice management practices to reduce fruit drop, use growth regulators, drainage or specialized irrigation of orchards and maintain hormonal balance. of ethylene in the fruits, aiding in ripening. Use as references, comparative data from other countries with Brazil in relation to the productive rate of tangerine and observe the factors in which the production of the same is improved or not, using in favor of the production and improvement of the management of the orchard.
1 Introducción
La producción y consumo mundial de cítricos, entre los que se encuentran las mandarinas, mostró fuertes incrementos en la década de 1990, cuando la producción de mandarinas se expandió rápidamente (72% entre 1999 y 2000 y promedio de los años 80) permitiendo mayores niveles de comercio y consumo per cápita. El árbol de mandarina (Citrus reticulata Blanco) es originario del noreste de Asia y el suroeste de China. Se considera exótica y su cultivo se remonta a 1.000 años antes de Cristo. La principal forma de aprovechamiento de la fruta es in natura, fresca o en jugo (Lorenzi et al., 2006). El procesamiento industrial, aunque pequeño, extrae productos como aceites esenciales, jugos, pectinas y piensos (Sebrae, 2018). Las mandarinas son el segundo grupo más importante de cítricos en la citricultura mundial. Ocupan posiblemente un mayor rango de adaptación climática, ya que son plantas tolerantes a niveles altos y bajos de temperatura ambiental. Entre las variedades más cultivadas destacan Satsuma, Mexerica, Ponkan, Dancy y Cravo, además de los híbridos Murcot y Lee” (FIGUEIREDO, 1991). Según la FAO (2002) Brasil es el cuarto productor mundial de mandarinas, con una superficie plantada de más de 50.000 hectáreas y una producción de alrededor de 800.000 toneladas por año. Los principales estados productores son, en este orden: São Paulo, Rio Grande do Sul, Paraná, Bahía y Minas Gerais, que deberían representar el 90% del área total sembrada. Debido a una serie de factores, la escasez de estadísticas actualizadas sobre área (o número de pies) y producción, en términos de Brasil, hace prácticamente inviable un análisis más profundo de la evolución del cultivo, con excepción de São Paulo. Sin embargo, la idea es que en los últimos diez años se haya ampliado el número de plantas sembradas y se haya mantenido estable la superficie (OLIVETTE; CASER; CAMARGO, 2002) en estos cinco estados, mientras que la producción ha ido en aumento. La cosecha de mandarina en Brasil normalmente se extiende de marzo a septiembre, con concentración en los meses de mayo a agosto. A menudo, los productores se enfrentan a una fuerte caída de los precios en el punto álgido de la temporada. La investigación en manejo y con nuevas variedades trata de aumentar el período de recolección de la fruta, con miras a adelantarla a los primeros meses del año. No hay información precisa sobre el volumen de industrialización de mandarina en Brasil, pero se sabe que es pequeño. Se exporta menos del 1% de la cosecha nacional. Frente a ello, el área del tema abordado es la agricultura, más específicamente la serie histórica del valor de la producción de mandarina en Brasil, de 2016 a 2020 y también según cada región del país, con el objetivo general de analizar la variación en la producción de mandarinas y la dispersión de datos.
1.1 Cuestión clave
¿Cuáles son las principales razones de la variación en la producción de mandarina en las regiones brasileñas entre 2016 y 2020?
1.2 Metodología
Con base en fuentes de datos secundarias, este trabajo pretende presentar las principales razones de la producción de mandarina entre 2016 y 2020. Los estados brasileños, en el período de 2016 a 2020, y también Google académico, que utilizamos artículos que complementan la investigación. Después de relevar la pregunta clave y los datos estructurados, fue posible elaborar dos gráficos sobre la producción de mandarina en cada región brasileña de 2016 a 2020. El primer gráfico es sobre el volumen de producción de 1980 a 2005, y el segundo sobre el precio promedio de la mandarina. de 1980 a 2005. Después de la elaboración de los gráficos, será posible calcular la línea recta del coeficiente de correlación y así analizar las principales razones de la variación en la producción de mandarina en las regiones brasileñas. Con base en fuentes de datos secundarias, este trabajo pretende presentar las principales razones de la producción de mandarina entre 2016 y 2020. Los estados brasileños, en el período de 2016 a 2020, y también Google académico, que utilizamos artículos que complementan la investigación. Después de relevar la pregunta clave y los datos estructurados, fue posible elaborar dos gráficos sobre la producción de mandarina en cada región brasileña de 2016 a 2020. El primer gráfico es sobre el volumen de producción de 1980 a 2005, y el segundo sobre el precio promedio de la mandarina. de 1980 a 2005. Después de la elaboración de los gráficos, será posible calcular la línea recta del coeficiente de correlación y así analizar las principales razones de la variación en la producción de mandarina en las regiones brasileñas.
2 Desarrollo
2.1 Colección
Utilizamos el sitio web del Instituto Brasileño de Geografía y Estadística (IBGE) para recopilar datos sobre la producción de mandarina en todo el territorio nacional. Esta recolección se realizó a través de una investigación con productores agropecuarios de cada región del país desde el año 2016 al 2020, y luego se realizó una suma para obtener estos valores referentes a los datos recolectados.
2.2 Análisis
A través de la interpretación de estos datos, el productor agrícola puede analizar en qué estados de todo el territorio brasileño se concentra la mejor área fructífera de mandarinas, y así, determinar las características que benefician a cada estado en cuestión, como clima, tiempo, condiciones físicas. y factores económicos. entre otros. Además, junto con los gráficos, estos productores pueden comprobar qué años tuvieron mejores resultados en relación a la producción de la fruta en cuestión y hacer una comparación de los mejores años de producción con los peores y los mejores lugares (estados) con los el peor. Actualmente, el más grande y con mejores perspectivas para mantener una buena producción en esta área es el estado de São Paulo (IEA-Instituto de Economía Agrícola).
3 Desarrollos
Para mejorar las recolecciones, sería útil la inversión en estaciones meteorológicas para que los productores decidan sobre las mejores tendencias climáticas, practiquen prácticas de manejo para reducir la caída de frutos, utilicen reguladores de crecimiento, drenaje o riego especializado de las huertas y mantengan el equilibrio hormonal del etileno en los frutos, ayudando en la maduración. Utilizar como referencias, datos comparativos de otros países con Brasil en relación al ritmo productivo de la mandarina y observar los factores en los que se mejora o no la producción de la misma, utilizándose a favor de la producción y mejora del manejo de la huerta.
FigurasFiguresFiguras
ReferênciasReferencesReferencias
AMARO, A. A.; CASER, D. V. DIVERSIDADE DO MERCADO DE TANGERINAS. Informações Econômicas, São Paulo, v. 33, n. 12, dez. 2003. Disponível em: http://www.iea.sp.gov.br/ftpiea/ie/2003/tec5-1203.pdf. Acesso em: 26 fev. 2022.
GILMA, A. S. da; LANDAU, E. C. Evolução da Produção de Tangeria. Disponível em: https://www.alice.cnptia.embrapa.br/bitstream/doc/1122700/1/Cap39-EvolucaoProducaoTangerina.pdf. Acesso em: 26 fev. 2022.
SEBRAE. O cultivo e o mercado de tangerina. SEBRAE, 2013. Disponível em: https://www.sebrae.com.br/sites/PortalSebrae/artigos/o-cultivo-e-o-mercado-da-tangerina,aefda5d3902e2410VgnVCM100000b272010aRCRD. Acesso em: 26 fev. 2022.