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Revista Eletrônica sobre Acesso a Dados · eISSN 2763-7875

A influência da pegada de carbono da cultura do amendoim e sua importância para o meio ambiente

Publicado em v. 5, n. 1 (2024)

Autores

  • Amanda Jurado Cerqueira Fernandes UNESP/Tupã
  • Letícia Sarri dos Santos UNESP/Tupã
  • Victor Hugo Spido UNESP/Tupã

Resumo

O estudo discute a relevância da política ESG (Environmental, Social, and Corporate Governance) na produção de amendoim, enfatizando sua relevância econômica e ambiental no Brasil. O conceito ESG, criado por John Elkington em 2001, envolve prosperidade econômica, qualidade ambiental e justiça social, sendo crucial na definição de práticas empresariais sustentáveis. Este estudo se concentra na emissão de carbono do cultivo de amendoim no estado de São Paulo, o principal produtor brasileiro, responsável por 87,4% da produção nacional em 2020. Usando uma metodologia qualitativa e exploratória, a pesquisa se baseou em dados secundários obtidos de fontes como a Embrapa e o IBGE. Os resultados indicam que a emissão de carbono do amendoim em São Paulo é competitiva globalmente, com 0,616 kg CO2eq/kg, o que é inferior à média global e a de outros grandes produtores, como EUA e Índia. A análise indica que a administração do solo tem um impacto significativo nas emissões de carbono. A pesquisa sugere que práticas agrícolas otimizadas e tecnologias inovadoras podem diminuir ainda mais essa pegada, promovendo a sustentabilidade na cadeia produtiva do amendoim. Esses dados são fundamentais para o desenvolvimento de políticas públicas e estratégias de mercado que incentivem a produção sustentável, agregando valor ao produto e atendendo às necessidades de consumidores conscientes. Além disso, o estudo sugere que a análise da pegada de carbono pode orientar ações para minimizar os efeitos ambientais da agricultura, contribuindo para a preservação da biodiversidade e a diminuição das emissões de gases de efeito estufa.

Palavras-chave

AmendoimESGAmbientalPegada de CarbonoEfeito Estufa

Texto completo

1 Introdução

Nos dias atuais, organizações e produtores de todas as proporções debatem sobre a necessidade e importância de manter o tripé da sustentabilidade em seus serviços, tripé esse desenvolvido pelo sociólogo inglês John Elkington em 2001 que engloba prosperidade econômica, qualidade ambiental e justiça social; atualmente, dado conceito é conhecido como Environmental, Social and Corporate Governance (ESG). (Costa, Ferezin. 2021) Trabalhando sobre o conceito de ESG, os professores doutores Irigaray e Stocker definem: Um conjunto bastante amplo de questões, desde a pegada de carbono até as práticas trabalhistas e de corrupção, que justificam a criação de critérios e práticas que direcionam o papel e a responsabilidade dos negócios em direção aos fatores ambientais, sociais e de governança corporativa. (Irigaray, Stocker. 2022. p. 1) Com o conceito em mente, o presente estudo apresentará como a política ESG se faz presente no cultivo do amendoim, esta oleaginosa que está em constante crescimento dentro do cenário econômico brasileiro e tem grande participação em dois setores, na produção de óleo e também na alimentação humana (Araújo, et al. 2014) Num planeta onde a produção de amendoim, na safra de 2020, foi de aproximadamente 53 milhões de toneladas, o Brasil possui importante participação nesse valor. Ocupando o 13º lugar, ele foi responsável por produzir cerca de 651 mil toneladas; boa parte dessa produção foi responsabilizada pelo estado de São Paulo que produziu, aproximadamente, 87,4% da quantidade total (em torno de 569 mil toneladas). (Ramos, et al. 2023) Por fim, vale apresentar que o amendoim possui uma participação no tema “pegada de carbono”. Esse conceito é definido pela quantidade de carbono que determinada atividade, serviço, organização ou governo emite e colabora para mudanças climáticas, como por exemplo o efeito estufa. (eCycle, 2023).

1.1 Questão-chave

Como questão chave orientadora na busca de respostas, busca-se entender a participação do cultivo do amendoim no estado de São Paulo para a pegada de carbono. Dadas informações irão conversar com a parte ambiental do conceito ESG. Estudar a pegada de carbono do amendoim se faz importante para poder entender algumas situações como por exemplo: saber se a cultura do amendoim corrobora para a mudança climática, entender o nível de emissão para saber se está de acordo com as normas regulamentadoras de quantidade de liberação de carbono, se pode ajudar positivamente com a pegada de carbono, entre outras justificativas.

1.2 Metodologia

Para a realização dessa pesquisa foi usado o método qualitativo juntamente com uma abordagem exploratória. Será seguido a forma bibliográfica de pesquisa e, os dados encontrados são caracterizados secundários pois já foram escritos e tratados anteriormente. Os mesmos serão coletados em sites de investigação científica dentro de obras já publicadas encontradas em base de dados como Periódico CAPES, Acadêmico, Scielo, Embrapa, dentre outros.

2 Desenvolvimento

2.1 Coleta

Para a coleta dos dados, foi utilizado como artigo base “Perfil Ambiental e Pegada de Carbono do Amendoim do Estado de São Paulo” da Embrapa. O texto discute a relevância de levar em conta a qualidade do ambiente e a emissão de carbono na fabricação de amendoim, em particular para captar a atenção de consumidores mais exigentes. O artigo em si teve como objetivo identificar os modelos comuns de produção na agricultura e indústria, além de calcular as características ambientais e a emissão de carbono gerada pela produção de amendoim. Visando uma análise quantitativa, foi utilizado a fonte de dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), nela captamos tabelas de área planta por hectare do Brasil, Sudeste, São Paulo, e das microrregiões de Jaboticabal, Ribeirão Preto, Marília, Lins, Presidente Prudente, Tupã, Catanduva e São José do Rio Preto. A fim de realizar o Gráfico 1 , foi utilizado como base o artigo “Perfil Ambiental e Pegada de Carbono do Amendoim do Estado de São Paulo” da Embrapa (2023). Os dados da tabela 8 foram utilizados para comparar a pegada de carbono (PC) do amendoim produzido em São Paulo com o de outras regiões do mundo. Para criar o gráfico 2, empregamos os dados da tabela 1 do artigo “Perfil Ambiental e Pegada do Amendoim do Estado de São Paulo” da Embrapa (2023), que descreve o inventário das entradas e saídas de fluxos provenientes da natureza e da tecnosfera para o SATAP. Para uma análise mais profunda buscou dados da área plantado do Amendoim no Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), das microrregiões de Marília, Tupã, Presidente Prudente, Lins, Ribeirão Preto, Jaboticabal, Catanduva e São José do Rio Preto no ano de 2020. Para a elaboração do Gráfico 4, foram utilizados dados da Tabela 2 do artigo “Perfil Ambiental e Pegada de Carbono do Amendoim do Estado de São Paulo” da Embrapa (2023), ela refere ao inventário das emissões de substâncias para o ar, água e solo, provenientes do SATAP. As principais emissões ocorreram devido à conversão da terra, seguido pela aplicação de fertilizante nitrogenado e decomposição de resíduos de colheita, uso de calcário e uso de diesel em atividades agrícolas. As emissões decorrentes das alterações na ocupação da terra são expressivas, porém muitas vezes estão além do controle do produtor, refletindo mudanças na sequência de atividades econômicas e práticas de manejo após a remoção da vegetação nativa. De acordo com a Embrapa (2023), a pegada de carbono do amendoim é de “0,616 kg de CO2 de MUT por kg de amendoim em vagem/casca”. Para uma interpretação mais profunda dessa temática, coletou-se a pegada de carbono das 3 principais culturas do Brasil: milho e soja. Conforme Vieira et al. (2023), a pegada de carbono da cultura da soja no ano de 2020 foi de 238,25 kg de CO2 , e a da cultura do milho foi de 93,52 kg de CO2.

2.2 Análise

O gráfico 1 demonstra a análise da pegada de carbono do amendoim em vagem/casca do estado de São Paulo (SATAP), em comparação com valores de outros países em bancos de dados internacionais. Além disso, leva em consideração para o estudo: produtividade, manejo do solo e emissões de gases de efeito estufa (GEE). Interpretando os dados têm se informações de que:

  • A pegada de carbono do amendoim do estado de São Paulo (0,616 kg CO2eq/kg) é competitiva em relação a outros países, sendo:
  • Similar à da China (0,497 kg CO2eq/kg);
  • Significativamente menor que a dos EUA (1,16 kg CO2eq/kg), Índia (2,93 kg CO2eq/kg) e Argentina (1,21 kg CO2eq/kg);
    119% menor que a média global, e
    79% menor que a do resto do mundo.
  • Ademais, também conclui - se que o manejo do solo (MUT), contribui significativamente para a pegada de carbono sendo: 61% da pegada no amendoim do estado de São Paulo; 34% na média global; 52% no resto do mundo, e 83% no amendoim argentino.

Ou seja, o amendoim do estado de São Paulo tem baixa pegada de carbono e alta competitividade ambiental, com o manejo do solo sendo um ponto importante para reduzir emissões de GEE.

O gráfico 2 mostra que a produção de 1 kg de amendoim em vagem/casca no sistema agrícola típico do estado de São Paulo (SATAP) requer uma grande quantidade de recursos naturais e tecnológicos. As principais entradas da natureza são a terra arável, o ar e a água. As principais entradas da tecnosfera são o biodiesel, o alquilbenzeno, os pesticidas e o glifosato.

  • Terra arável: A produção de amendoim requer uma grande quantidade de terra arável. O valor de 9,04E-06 ha/ano indica que, para produzir 1 kg de amendoim, é necessário ocupar 0,00000904 hectares de terra arável.
  • Ar: O ar é essencial para a fotossíntese das plantas. O valor de 3,99E-03 kg indica que, para produzir 1 kg de amendoim, são necessários 3,99 gramas de ar.
    Água: A água é essencial para o crescimento das plantas. O valor de 8,19E-09 kg indica que, para produzir 1 kg de amendoim, são necessários 8,19 microgramas de água subterrânea e 9,00E-12 kg de água superficial.
  • Solo: O solo é essencial para o fornecimento de nutrientes para as plantas. O valor de 1,00E-04 kg indica que, para produzir 1 kg de amendoim, são necessários 0,1 miligramas de solo de mata e 3,79 miligramas de solo agrícola.
  • Biodiesel: O biodiesel é um biocombustível utilizado para tracionar máquinas agrícolas. O valor de 2,52E-03 kg indica que, para produzir 1 kg de amendoim, são necessários 2,52 gramas de biodiesel.
  • Alquilbenzeno: O alquilbenzeno é um composto químico utilizado na produção de detergentes. O valor de 1,13E-04 kg indica que, para produzir 1 kg de amendoim, são necessários 1,13 miligramas de alquilbenzeno.
  • Pesticidas: Os pesticidas são utilizados para controlar pragas e doenças nas plantas. O valor de 7,29E-05 kg indica que, para produzir 1 kg de amendoim, são necessários 0,0729 miligramas de pesticidas inespecíficos.
  • Glifosato: O glifosato é um herbicida utilizado para controlar o crescimento de ervas daninhas. O valor de 2,36E-05 kg indica que, para produzir

O gráfico 3 apresenta a área plantada de amendoim por microrregião geográfica no estado de São Paulo em 2020. As microrregiões estão representadas por seus municípios principais, com destaque para Marília, Tupã, Presidente Prudente, Lins, Ribeirão Preto, Jaboticabal, Catanduva e São José do Rio Preto. O eixo horizontal do gráfico representa as microrregiões, enquanto o eixo vertical representa a área plantada em hectares. A área plantada de amendoim está concentrada em poucas microrregiões. Marília, Tupã e Presidente Prudente se destacam como as principais áreas de produção, com área plantada superior a 10.000 hectares cada. As demais microrregiões apresentam área plantada inferior a 5.000 hectares. Observa se que a distribuição da área plantada de amendoim no estado de São Paulo é desigual. As três microrregiões com maior área plantada concentram mais da metade da produção total do estado. As demais microrregiões apresentam uma participação menor na produção total. Essa desigualdade da área plantada de amendoim pode ser explicada por diversos fatores, como clima, solo, infraestrutura e tradição agrícola. As microrregiões com maior área plantada geralmente apresentam clima e solo adequados para o cultivo do amendoim, além de boa infraestrutura e tradição agrícola. O gráfico 4 apresenta o inventário de emissões para o ar, água e solo provenientes do uso de insumos na produção de 1 kg de amendoim em vagem/casca, em sistema agrícola típico do estado de São Paulo (SATAP). As emissões estão representadas por tipo de gás ou poluente, com destaque para amônia, óxido nitroso, óxidos de nitrogênio, dióxido de carbono e emissões da queima de combustíveis. O eixo horizontal do gráfico representa o tipo de emissão, enquanto o eixo vertical representa a quantidade de emissão em quilogramas. Sendo assim, observa -se que os fertilizantes nitrogenados são a principal fonte de emissões de amônia e óxido nitroso na produção de amendoim. Ja a queima de combustíveis fósseis para tracionar máquinas agrícolas e para processar o amendoim é a principal fonte de emissões de dióxido de carbono e outros gases poluentes. Por fim, o gráfico 5 apresenta a pegada de carbono do amendoim em comparação com as tres principais culturas do Brasil: milho, soja e café. A pegada de carbono é a quantidade de gases de efeito estufa emitidos na produção de um kg de produto. No gráfico, a pegada de carbono é expressa em quilogramas de CO2 equivalente (CO2e). Sendo assim, tem se que:

  • O amendoim tem a menor pegada de carbono entre as três culturas analisadas;
  • O café tem a maior pegada de carbono entre as cinco culturas analisadas. Isso se deve ao fato de que o cultivo do café exige o desmatamento de florestas, que liberam CO2 na atmosfera.

3 Desdobramentos

Os cinco gráficos apresentados sobre a produção de amendoim no estado de São Paulo fornecem um conjunto de dados valiosos que podem ser utilizados para diversos fins, com desdobramentos em diferentes áreas do conhecimento e com potencial para gerar impactos positivos na sociedade e no meio ambiente.

  1. Pesquisa e Desenvolvimento: Aprimoramento das práticas agrícolas: Analisar os dados em mais detalhes para identificar oportunidades de otimização das técnicas de cultivo, manejo do solo, uso de insumos e controle de pragas e doenças, visando aumentar a produtividade e reduzir ainda mais a pegada de carbono do amendoim.
    Desenvolvimento de novas tecnologias: Utilizar os dados como base para pesquisas e desenvolvimento de novas tecnologias agrícolas que contribuam para a sustentabilidade da produção. Estudo do ciclo de vida do amendoim: Ampliar a análise para considerar todo o ciclo de vida do amendoim, desde a produção até o consumo final, incluindo etapas como transporte, processamento, embalagem e descarte, para identificar pontos de melhoria e reduzir o impacto ambiental geral.
  2. Políticas Públicas: Elaboração de políticas públicas direcionadas: Utilizar os dados como base para a criação de políticas públicas que incentivem a produção sustentável de amendoim, como subsídios para práticas agrícolas ecológicas, investimento em pesquisa e desenvolvimento de tecnologias limpas e programas de educação ambiental para agricultores.
  3. Definição de metas de sustentabilidade: Estabelecer metas ambiciosas de redução da pegada de carbono da produção de amendoim no estado de São Paulo, com base nos dados apresentados nos gráficos, e acompanhar o progresso ao longo do tempo.
    Promoção da agricultura familiar: Desenvolver programas de apoio à agricultura familiar, que muitas vezes enfrenta dificuldades para implementar práticas sustentáveis, como acesso a crédito, assistência técnica e capacitação.
  4. Mercado e Comércio: Diferenciação de produtos: Criar selos ou certificações que identifiquem o amendoim produzido de forma sustentável, permitindo que os consumidores façam escolhas mais conscientes na hora da compra.
  5. Agregação de valor: Desenvolver novos produtos a partir do amendoim produzido de forma sustentável, como óleos, farinhas e snacks, para ampliar as oportunidades de mercado e gerar renda para os agricultores. Exportação para mercados internacionais: Posicionar o amendoim paulista como um produto premium nos mercados internacionais, destacando sua qualidade, sustentabilidade e responsabilidade social.
  6. Sustentabilidade Ambiental: Redução das emissões de gases de efeito estufa: Implementar medidas para reduzir as emissões de gases de efeito estufa na produção de amendoim, como o uso de fontes de energia renováveis, a adoção de práticas agrícolas conservadoras e a otimização do manejo do solo.
    Conservação da biodiversidade: Promover a conservação da biodiversidade nas áreas de produção de amendoim, preservando habitats naturais, protegendo espécies ameaçadas e incentivando a agricultura ecológica.

Figuras

  • A INFLUÊNCIA DA PEGADA DE CARBONO DA CULTURA DO AMENDOIM E SUA IMPORTANCIA PARA O MEIO AMBIENTE

  • A INFLUÊNCIA DA PEGADA DE CARBONO DA CULTURA DO AMENDOIM E SUA IMPORTANCIA PARA O MEIO AMBIENTE

  • A INFLUÊNCIA DA PEGADA DE CARBONO DA CULTURA DO AMENDOIM E SUA IMPORTANCIA PARA O MEIO AMBIENTE

  • A INFLUÊNCIA DA PEGADA DE CARBONO DA CULTURA DO AMENDOIM E SUA IMPORTANCIA PARA O MEIO AMBIENTE

  • A INFLUÊNCIA DA PEGADA DE CARBONO DA CULTURA DO AMENDOIM E SUA IMPORTANCIA PARA O MEIO AMBIENTE

  • A INFLUÊNCIA DA PEGADA DE CARBONO DA CULTURA DO AMENDOIM E SUA IMPORTANCIA PARA O MEIO AMBIENTE

Referências

COSTA, E.; FEREZIN, N. B. ESG (Environmental, Social and Corporate Governance) e a comunicação: o tripé da sustentabilidade aplicado às organizações globalizadas. Revista Alterjor, [S. l.], v. 24, n. 2, p. 79–95, 2021. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/alterjor/article/view/187464. Acesso em: 20 maio. 2024.

IRIGARAY, H. A. R.; STOCKER, F. ESG: novo conceito para velhos problemas. Cadernos EBAPE.BR, Rio de Janeiro, 2022, v. 20, n. 4, p. 1-4, Jul/Ago. 2022. Disponível em: https://www.scielo.br/j/cebape/a/YKyfRmPDHhtGm3LG8jW6DQM/?lang=pt&format=pdf. Acesso em: 20 maio 2024.

ARAÚJO, W. D. Propriedades físicas dos grãos de amendoim durante a secagem. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental, Campina Grande, ano 2014, v. 18, n. 3, p. 279-286, 2014. Disponível em: https://www.scielo.br/j/rbeaa/a/nkkq3XCMcP6QJc7kwCmyFRc/?lang=pt&format=pdf. Acesso em: 20 maio 2024.

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